EVANGELHO NO LAR - A CAMINHO DA LUZ (OBRA MEDIÚNICA)
Primeiramente boa noite a todos. Gostaria de agradecer a todos os leitores do Blog, de um modo mais especial ainda aos leitores que acompanham nosso Evangelho no Lar. Portanto sejam todos muito bem vindos a mais um Evangelho no Lar. Como disse anteriormente e sempre falaremos o mesmo: é recomendado a realização do Evangelho no Lar ao menos uma vez por semana, sempre nos mesmos horários. Em família ou individualmente. O importante é consagrarmos um momento a uma união com o plano espiritual. Para que haja harmonização do lar para que haja um equilíbrio espiritual. Pediria a gentileza dos leitores do Blog, em especial aos que acompanham sempre ao ler, ao participar do nosso Evangelho cinco coisas simples, básicas. Que todos indistintamente podem fazer.
1- Olvidar todo e qualquer sentimento de mágoa, ressentimento, ira, medo.
2- Serene sua mente, acalme-se. Limpe seus pensamentos.
3- Separe previamente uma jarra, ou copo com água. Água esta que será
fluidificada ao término do Evangelho
4- Feito isso busquem se possível um lugar calmo, aprazível que não sofra
com interferências externas.
5- Esqueça por hora os problemas do dia a dia, dissabores, dores, decepções. Que nada venha roubar, interferir sua paz interior, seu equilíbrio físico-espiritual. Você a partir desse momento vai entrar em contato com o nível superior. Elevemos portanto nossos pensamentos para que assim possamos todos receber ajuda da espiritualidade amiga.
OS ANTEPASSADOS DO HOMEM
O reino animal experimenta as mais estranhas transições no período terciário, sob as influências do meio e em face dos imperativos da lei de seleção. Mas, o nosso raciocínio ansioso procura os legítimos antepassados das criaturas humanas, nessa imensa vastidão do proscênio da evolução anímica. Onde está Adão com a sua queda do paraíso? Debalde nossos olhos procuram, aflitos, essas figuras legendárias, com o propósito de localizálas no Espaço e no Tempo. Compreendemos, afinal, que Adão e Eva constituem uma lembrança dos Espíritos degredados rica paisagem obscura da Terra, como Caim e Abel são dois símbolos para a personalidade das criaturas. Examinada, porém, a questão nos seus prismas reais, vamos encontrar os primeiros antepassados do homem sofrendo os processos de aperfeiçoamento da Natureza. No período terciário a que nos reportamos, sob a orientação das esferas espirituais notavam-se algumas raças de antropóides, no Plioceno inferior. Esses antropóides, antepassados do homem terrestre, e os ascendentes dos símios que ainda existem no mundo, tiveram a sua evolução em pontos convergentes, e daí os parentescos sorológicos entre o organismo do homem moderno e o do chimpanzé da atualidade. Reportando-nos, todavia, aos eminentes naturalistas dos últimos tempos, que examinaram meticulosamente os transcendentes assuntos do evolucionismo, somos compelidos a esclarecer que não houve propriamente uma "descida da árvore", no início da evolução humana. As forças espirituais que dirigem os fenômenos terrestres, sob a orientação do Cristo, estabeleceram, na época da grande maleabilidade dos elementos materiais, uma linhagem definitiva para todas as espécies, dentro das quais o princípio espiritual encontraria o processo de seu acrisolamento, em marcha para a racionalidade. Os peixes, os répteis, os mamíferos, tiveram suas linhagens fixas de desenvolvimento e o homem não escaparia a essa regra geral.
Explanação
O reino animal experimenta as mais estranhas transições no período terciário, sob as influências do meio e em face dos imperativos da lei de seleção. Mas, o nosso raciocínio ansioso procura os legítimos antepassados das criaturas humanas, nessa imensa vastidão do proscênio da evolução anímica. Milhões de anos e incontáveis mudanças separam os humanos atuais dos primeiros primatas. A seguir, você conhecerá 10 espécies que fizeram boas “contribuições” nessa jornada que chamada de Evolução Humana!
O termo "humano" no contexto da evolução humana, refere-se ao gênero Homo, mas os estudos da evolução humana usualmente incluem outros hominídeos, como os australopitecos. O gênero Homo se afastou dos Australopitecos entre 2,3 e 2,4 milhões de anos na África. Os cientistas estimam que os seres humanos ramificaram-se de seu ancestral comum com os chimpanzés - o único outro hominídeo vivo - entre 5 e 7 milhões anos atrás. Diversas espécies de Homo evoluíram e agora estão extintas. Estas incluem o Homo erectus, que habitou a Ásia, e o Homo neanderthalensis, que habitou a Europa. O Homo sapiens arcaico evoluiu entre 400.000 e 250.000 anos atrás.
A opinião dominante entre os cientistas sobre a origem dos humanos anatomicamente modernos é a "hipótese da origem única", que argumenta que o Homo sapiens surgiu na África e migrou para fora do continente em torno de 50-100,000 anos atrás, substituindo as populações de Homo erectus na Ásia e de Homo neanderthalensis na Europa. Já os cientistas que apoiam a "Hipótese multirregional" argumentam que o Homo sapiens evoluiu em regiões geograficamente separadas. A evolução humana desde a sua separação inicial do último ancestral comum entre humanos e chimpanzés é caracterizada por várias alterações morfológicas, de desenvolvimento, fisiológicas e comportamentais. Destas, as adaptações mais significativas são o bipedalismo, aumento do tamanho do cérebro, a ontogenia prolongada (gestação e infância) e a redução do dimorfismo sexual. A relação entre essas mudanças é objeto de debate constante. Outas alterações morfológicas significativas incluem a evolução da ação de segurar e agarrar com firmeza (força e precisão), uma mudança que ocorreu primeiramente no H. erectus. O bipedalismo é a adaptação básica dos hominídeos e é considerada a principal causa por trás de um conjunto de alterações esqueléticas compartilhadas por todos os hominídeos bípedes. Considera-se como sendo o hominínio mais antigo, de bipedalismo presumivelmente primitivo, o Sahelanthropus ou Orrorin, ambos tendo surgido há cerca de 6 a 7 milhões de anos. Os não bípedes que caminham usando as articulações dos dedos das mãos como apoio - gorilas e chimpanzés - divergiram da linha hominínia neste mesmo período, o que faz do Sahelanthropus ou do Orrorin prováveis candidatos a último ancestral comum. O Ardipithecus, completamente bípede, surgiu há aproximadamente 5,6 milhões de anos. Os primeiros bípedes evoluíram para os australopitecíneos e, mais tarde, para o gênero Homo. Há várias teorias sobre o valor da adaptação ao bipedalismo. É possível que o bipedalismo tenha sido favorecido porque liberou as mãos para alcançar e transportar alimentos, tornou a locomoção mais eficiente do ponto de vista energético, possibilitou caçadas e corridas de longa distância, forneceu um campo de visão aprimorado, além de ajudar a evitar a hipertermia por reduzir a área de superfície do corpo exposta diretamente ao sol. Todos esses são recursos vantajosos para prosperar no novo ambiente de savana e bosque resultantes da elevação do Vale do Rift na África Oriental ao invés do habitat anterior de floresta fechada. Um estudo de 2007 embasa a hipótese de que o andar sobre duas pernas - o bipedalismo - evoluiu porque utilizava menos energia que o andar quadrúpede utilizando as articulações dos dedos das mãos como apoio. No entanto, estudos recentes sugerem que a bipedalidade sem a capacidade de usar o fogo não teria permitido a dispersão global. Esta mudança na forma de se locomover levou a um alongamento das pernas proporcionalmente maior quando comparado ao comprimento dos braços, que foram encurtados com a remoção da necessidade de braquiação. Outra mudança é a forma do dedão do pé. Estudos recentes sugerem que os australopitecíneos ainda viviam parte do tempo nas árvores como resultado da manutenção do dedão do pé em forma de pinça. Isso foi progressivamente perdido no H. habilis. Anatomicamente, a evolução do bipedalismo foi acompanhada por várias alterações esqueléticas, não apenas nas pernas e na pelve, mas também na coluna vertebral, pés e tornozelos e no crânio. O fêmur se deslocou para uma posição ligeiramente mais angular para mover o centro de gravidade em direção ao centro geométrico do corpo. As articulações do joelho e do tornozelo tornaram-se cada vez mais robustas para melhor suportar o aumento de peso. E para suportar esse aumento de peso em cada vértebra na posição vertical, a coluna vertebral humana foi se modificando até alcançar a forma de S e as vértebras lombares ficaram mais curtas e amplas. Nos pés, o dedão se alinhou com os outros dedos para ajudar na locomoção. Os braços e antebraços encurtaram em relação às pernas, facilitando a corrida. O forame magno migrou sob o crânio para uma posição mais anterior. As mudanças mais significativas ocorreram na região pélvica, onde o osso ilíaco voltado para baixo foi encurtado e ampliado como requisito para manter o centro de gravidade estável durante a caminhada; os hominídeos bípedes têm uma pelve mais curta, porém mais larga, em forma de tigela, devido a isso, o que leva a uma desvantagem aos hominídeos não bípedes: o canal de nascimento dos hominídeos bípedes é menor do que nos hominídeos não bípedes, embora tenha havido um alargamento se compararmos os australopitecíneos com os humanos modernos para permitir a passagem de recém-nascidos devido ao aumento do tamanho do crânio, mas isso é limitado à porção superior, pois um aumento adicional poderia dificultar o movimento bipedal normal. O encurtamento da pelve e o canal de nascimento menor evoluíram como requisitos para o bipedalismo e tiveram efeitos significativos no processo de nascimento humano, que é muito mais difícil nos humanos modernos do que em outros primatas. Durante o nascimento humano, devido à variação no tamanho da região pélvica, a cabeça do feto deve estar em uma posição transversal (em comparação com a mãe) durante a entrada no canal do parto e girar cerca de 90 graus após a saída. O canal de nascimento menor tornou-se um fator limitante para o aumento do tamanho do cérebro nos primeiros humanos e levou a um período de gestação mais curto, levando à imaturidade relativa da prole humana, que não consegue andar muito antes dos 12 meses e têm maior neotenia, comparado com outros primatas, que são ágeis numa idade muito menor. O aumento do crescimento cerebral após o nascimento e o aumento da dependência das crianças em relação às mães tiveram um efeito importante no ciclo reprodutivo feminino, e o surgimento mais frequente de aloparentalidade em humanos quando comparado com outros hominídeos. O atraso na maturidade sexual humana também levou à evolução da menopausa, o que sugere a explicação de que as mulheres idosas poderiam transmitir melhor seus genes cuidando da prole da filha, ao invés de ter mais filhos.
Esta cronologia da evolução mostra os maiores eventos no desenvolvimento da nossa espécie e a evolução dos nossos ancestrais, não se explicando sobre a evolução que originou leões, dinossauros ou aves. Ela contém uma ampla explicação sobre os animais, espécies ou gêneros, que possivelmente são ancestrais do Homo sapiens. Em seu início está a origem da vida e apresenta uma possível linha de descendentes que vai direto aos humanos. Essa cronologia é baseada em estudos de paleontologia, ontogenia, morfologia, informações anatômicas e genéticas.
- MdA = Milhões de anos antes da era atual
- MAA = Milhares de anos antes da era atual
Data | Evento |
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4000 MdA | As formas de vida mais antigas aparecem, possivelmente derivadas de moléculas de RNA reprodutoras. A cópia/reprodução/réplica dessas moléculas requerem recursos com energia, espaço e blocos menores para esta construção, os quais logo se tornam limitados, resultando em competição. A seleção natural favorece aquelas moléculas que são mais eficientes em sua reprodução. Moléculas de DNA então tomam o lugar de principais replicadores. Eles então desenvolvem por dentro uma membrana confinada que fornece um ambiente físico e químico estável que causa suas reproduções - o nascimento das protocélulas, e dos sistemas "bióticos" mais conhecidos como progenotas. |
3900 MdA | Células similares a procariotos aparecem. Estes primeiros organismos usam o dióxido de carbono como recurso e oxidam materiais inorgânicos para extrair energia. Depois os procariotos desenvolvem a glicólise, um grupo de reações químicas que libera a energia das moléculas orgânicas como a glicose. A glicólise gera moléculas ATP como uma fonte de energia para períodos curtos de tempo, e a ATP continua a ser usada em quase todos os organismos que não sofreram mutação até hoje. |
2500 MdA | Primeiros organismos a utilizar oxigênio. A 2400 Mda, no que é chamado de Grande Evento de Oxigenação, as formas de vida anaeróbicas pré-oxigênio são exterminadas pelas cianobactérias fotossintetizantes produtoras de oxigênio. Mas estas cianobactérias não são antepassadas da linhagem humana, e sim organismos procariontes não-fotossintetizantes. |
2100 MdA | Células mais complexas aparecem: os Eucariontes, contendo várias organelas. Os eucariontes parecem ter evoluído de comunidades simbióticas de procariontes: provavelmente a união simbiótica de uma arquea que passou a abrigar bactérias capazes de utilizar o oxigênio. Estas bactérias dariam origem as mitocôndrias. A origem da célula eucariótica é um marco na evolução da vida: seus altos níveis de complexidade de organização iriam permitir posteriormente o desenvolvimento de verdadeiros organismos multicelulares. |
1.500 MdA | É neste momento que ocorre a separação da linhagem dos antepassados dos vegetais e algas unicelulares da linhagem dos antepassados dos protozoários, fungos e animais. Além das bactérias, os antepassados dos vegetais passaram a abrigar cianobactérias em seu interior, estas dariam origem aos cloroplastos presente nas células vegetais.
A linhagem dos fungos e animais também se separa nesta época. Uma característica que coloca os fungos em um reino diferente dos animais é a quitina em suas paredes celulares. Semelhante aos animais, os fungos são heterotróficos; eles adquirem seus alimentos absorvendo moléculas dissolvidas, normalmente secretando enzimas digestivas em seu ambiente. Diferente dos vegetais os fungos não fotossintetizam.
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1.200 MdA | A reprodução sexual evolui e resulta numa explosão na taxa de evolução. |
900 MdA |
Há quem diga que os protozoários coanoflagelados são considerados ancestrais de todo o reino animal, e em particular podem ser os ancestrais diretos das esponjas.
Os coanócitos (células colar) das esponjas têm a mesma estrutura básica em relação aos coanoflagelados. Células colar são ocasionalmente achadas em alguns outros grupos animais, como as platelmintos.
Os coanoflagelados expressam algumas das proteínas relacionadas com adesão celular em animais como caderinas e tirosinas cinases, e tais proteínas afetam sua proliferação celular.
Entretanto, comparações de seqüencias de DNA não sustentam a idéia de uma afiliação próxima entre coanoflagelados e animais.
Estudos comparativos de RNA ribossomal contradizem muitas das afirmações tradicionais sobre a filogenia das esponjas e sua relação com os coanoflagelados viventes (que, ao contrário do que se afirma, parece ser um grupo monofilético derivado).
A única similaridade palpável de coanoflagelados e coanócitos de esponjas é puramente morfológica, pois que há um flagelo rodeado por um colar feito de tentáculos de pseudópodos.
Aparentemente, nos dois casos, o colar e o flagelo formam um sistema eficiente na filtragem de alimentos e suas semelhanças podem se dever a isso, muito mais do que a ancestralidade, ainda carente de evidências sólidas. Há também quem diga que os coanoflagelados é que são derivados de esponjas.
Não há também nenhuma evidência de que havia coanoflagelados a 900 MdA. Sua colocação neste ponto é puramente especulativa, baseada na hipótese de que sejam ancestrais dos primeiros animais.
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850 MdA | Proterospongia é o melhor exemplo de como o ancestral de todos os animais dever ter-se parecido.
Estes protozoários vivem em colônias e mostram um nivel primitivo de especialização das células para diferentes tarefas. As similaridades entre Proterospongia e esponjas são evidências fortes de relação próxima entre coanoflagelados e animais.
A proterospongia não é o ancestral direto das esponjas, mas deve ser bem semelhante ao ancestral delas e de todos os animais multicelulares.
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700 MdA | Acredita-se que os animais multicelulares mais primitivos que apareceram na Terra foram criaturas parecidas com esponjas. Elas são os animais mais simples que conhecemos, com tecidos parcialmente diferentes, com pouca diferenciação celular, e não têm músculos, nervos e nem órgãos internos.
Pela evolução genética, as esponjas são os animais mais velhos que existem hoje.
De certo modo, estão mais próximos de serem colônias de células do que de organismos multicelulares.
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660 MdA | O movimento de todos os animais deve ter começado com os cnidários. Quase todos possuem nervos e músculos e, por serem os animais mais simples a possuí-los, seus ancestrais diretos eram muito similares aos primeiros animais a usarem nervos e músculos juntamente. Cnidários são também os primeiros animais com uma forma definitiva de corpo, apresentando simetria radial. |
550 MdA |
Os platelmintos ou vermes achatados são os animais mais antigos a terem um cérebro, e os animais vivos mais simples a terem uma simetria bilateral. Eles são também os animais mais simples constituídos de três camadas germinativas.
Por volta desse período, o ancestral comum dos insetos e dos humanos se especiou. |
541 MdA | Os filos animais mais conhecidos aparecem no registro fóssil como espécies marinhas durante a explosão cambriana. Atualmente, as hipóteses filogenéticas propostas organizam os animais em quatro grande grupos. Um grupo basal incluindo os Poríferos e Cnidários, e três grupos de Bilateria: Deuterostômios, Lofotrocozoários e Ecdysozoários, além de grupos com a posição ainda incerta na árvore dos Metazoa. Deuterostômios: descendentes do último ancestral em comum da linhagem cordada [humana], equinoderma (estrela do mar, ouriços do mar, pepinos do mar etc.) e hemicordada (Enteropneusta e graptólitos).
Vermes hemicordados como o Enteropneusta são considerados mais próximos da linhagem que deu origem aos cordados e equinodermos do que outros tipos de vermes. Por exemplo: vermes do filo Nemertea e Annelida seriam mais próximos dos moluscoss (Lophotrochozoa), enquanto os filos Nematoda e Onychophora seriam mais próximo dos artropodes (Ecdysozoa)
Os Enteropneustas possuem um sistema circulatório com coração que também funciona como um rim. Os vermes Acorn possuem brânquias para respirar, cuja estrutura é similar a dos peixes primitivos. Os Acorn também são citados como sendo uma ligação entre os os vertebrados e os invertebrados.
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530 MdA |
O mais antigo ancestral conhecido dos cordados é a Pikaia. Baseando-se nos conhecimentos atuais, foi um dos primeiros animais com notocorda. É possível que seja a ancestral comum de todos os cordados e vertebrados.
Outro fóssil conhecido semelhante a cordados é de um conodonte, um animal em forma de enguia de 4 a 20 centímetros de comprimento, com um par de olhos enormes na extremidade da cabeça e uma complexa coroa de dentes.
Os cefalocordados, animais que ainda vivem nos dias de hoje, têm muitas das características dos cordados primitivos. São bastante parecidos com o Pikaia.
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505 MdA |
Os Agnatha foram os primeiros vertebrados e precursores dos peixes.
Até recentemente, a mais antiga evidência de vertebrados consistia de fósseis de Ostracodermes, animais cobertos por armaduras ósseas que se assemelham a peixes modernos, porém sem mandíbulas e nadadeiras funcionais. Datam de cerca de 480 MdA.
Achados mais recentes do cambriano inferior da China estendem o registro fóssil para cerca de 530 MdA e apresentam vertebrados pequenos (cerca de 3 cm) semelhantes a peixes, sem qualquer evidência de ossificação ou armaduras mineralizadas. Haikouichthys e Myllokunmingia são exemplos desses peixes sem mandíbulas, ou Agnatha. Seus esqueletos internos eram cartilaginosos. Eles não tinham as barbatanas emparelhadas (peitorais e pélvicas) dos peixes mais avançados.
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480 MdA |
Os Placodermi eram peixes pré-históricos cobertos por pesadas armaduras ósseas que se articulavam entre a cabeça e o tórax. Estão entre os primeiros peixes a ter mandíbulas evoluídas dos primeiros pares de arcos branquiais. Também possuíam nadadeiras que auxiliavam na locomoção.
Recentes descobertas fósseis no noroeste da Austrália, revelaram estruturas relacionadas com a fecundação interna (clásperes), que tinham por função introduzir os espermatozóides nas fêmeas. Essas evidências remontam a origem da cópula, que antes se pensava ter surgido nos Chondrichthyes (tubarão, arraia) há 350 milhões de anos, para 375 milhões de anos. Essa e outras descobertas sugerem que os placodermos poderiam ser ancestrais dos condrictes e também dos acantódios. Estes últimos podem ter sido ancestrais da linhagem dos Osteichthyes (cavalo-marinho, robalo, enguia, atum, marlim, pirarucu, celacanto, etc).
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410 MdA |
Os osteícties se dividem nesta época em duas linhagens: os Sarcopterygii e os Actinopterygii. Os Sarcopterygii são peixes ósseos com nadadeiras pares ósseas e carnudas. São distinguidos do seu grupo-irmão Actinopterygii por suas nadadeiras musculares com ossos articulados. Suas nadadeiras pares e pélvicas possuem articulações semelhantes aos membros de tetrápodas, sendo evidencias de que essas nadadeiras poderiam possíbilitar a vida na terra nos anfíbios.
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390 MdA |
Alguns peixes com nadadeiras lobuladas (Sarcopterygii) desenvolvem pernas e dão origem aos tetrápodas. Esses peixes usavam suas nadadeiras como remos em águas rasas.
Panderichthys, um peixe pré-histórico, apresenta características de transição entre peixe de nadadeiras lobadas e os primitivos tetrápodos.
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390 MdA |
Tiktaalik é um gênero de peixes sarcopterygianos (barbatanas de lóbulos) com muitas características semelhantes aos tetrápodes. Ele mostra uma ligação clara entre Panderichthys e Acanthostega.
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315 MdA |
Acanthostega é um proto-anfíbio extinto e está entre os primeiros animais a desenvolver membros. É candidato a ser o primeiro vertebrado a ter a capacidade de sair da água e se locomover em terra, com muita dificuldade.
Possuía pulmões e brânquias, indicando que também foi um elo de ligação entre peixes de nadadeiras lobadas e vertebrados terrestres.
Ichthyostega é um tetrápode recente. Sendo um dos primeiros animais com pernas, braços, e dedos ósseos, é tido como um híbrido entre um peixe e um anfíbio. Entretanto, suas pernas provavelmente não eram usadas para andar; eram capazes de passar períodos muito breves de tempo fora d'água e podem ter utilizado suas pernas para deslocar-se em seu caminho através da lama.
Os anfíbios foram os primeiros animais tetrápodes a desenvolver pulmões.
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300 MdA |
Dos anfíbios, evoluíram os primeiros répteis (ou criaturas parecidas com os répteis). Hylonomus é o réptil mais antigo conhecido. Ele tinha 20 cm, incluindo a cauda, e provavelmente teria se parecido especialmente com largartos modernos. Possuía pequenos dentes afiados e provavelmente comia miriápodes e insetos. É um precursor dos mais recentes amniotas e répteis que deram origem aos mamíferos.
A evolução do ovo amniótico resulta no Amniota, répteis que podem se reproduzir em terra e levar os ovos para uma área seca, não necessitando retornar para a água para reprodução. Esta adaptação conferiu-lhes a capacidade de colonizar planaltos pela primeira vez.
Os répteis já possuem um avançado sistema nervoso quando comparados com os anfíbios. Possuem doze pares de nervos cranianos.
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256 MdA |
Pouco depois de terem aparecido os primeiros répteis, dois ramos se separaram. Um é o Synapsida, que apresentava um par de buracos em seus crânios atrás dos olhos, os quais eram usados para aumentar o espaço para os músculos do maxilar. O outro ramo é o Diapsida. Dos Diapsidas vieram os antepassados dos crocodilos, cobras, lagartos modernos, tuataras, tartarugas e dos dinossauros (incluindo as aves).
Já dos Synapsidas vieram os Therapsidas, que são ancestrais diretos dos mamíferos.
Os Therapsidas mais antigos são os pelicossauros. Foram os primeiros animais a terem a abertura temporal no crânio. Pelicossauros não são Therapsidas, mas logo deram origem a eles. Os Therapsidas têm a abertura temporal do crânio maior e mais parecida com a dos mamíferos do que com a dos pelicossauros, seus dentes mostram mais divisão em série; e depois desenvolveram um segundo palato. Um segundo palato habilita o animal a comer e respirar ao mesmo tempo e é um sinal de uma maneira de vida mais ativa e talvez sangue quente.
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220 MdA |
As mandíbulas dos cinodontes assemelham-se mais aproximadamente às mandíbulas dos modernos mamíferos e seus dentes são multicúspides e diferenciados. A mandíbula de cinodontes mais derivados já é formada de um só osso, o dentário, que se articula com o osso esquamosal, como nos mamíferos. Cinodontes são os ancestrais diretos de todos os modernos mamíferos.
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220 MdA |
Os eucynodontes (cinodontes) vieram a ser os primeiros mamíferos.
Os mais primitivos mamíferos eram pequenos e parecidos com musaranhos que alimentavam-se de insetos. Desenvolveram temperatura corporal constante e o
Neocórtex, região cerebral é típica destes animais.
Mamíferos therianos (placentários e marsupiais) se especiaram dos monotremados (grupo de mamíferos que põe ovos, hoje representados pelo ornitorrinco e equidna) pouco depois do surgimento dos mamíferos. Todos os mamíferos tem glândulas mamárias para suas crias. |
161 MdA |
Ocorre a separação das linhagens dos marsupiais e placentários. Os marsupiais (canguru, coala, diabo-da-tasmânia, etc) não são antepassados dos placentários. Ambos os grupos surgiram no Cretáceo na mesma época e desde então competem pelos mesmos nichos ecológicos.
Juramaia, um mamífero eutheria, é o mais antigo mamífero placentário descoberto. Ele tinha a aparência dos modernos arganazes, escalando pequenos arbustos em Liaoning, China. Todos os mamiferos placentários, como morcegos, elefantes, cavalos, bois, peixes-boi, ratos, tigres, tatus, bichos-preguiça, baleias e os humanos descendem ou desse animal ou de um próximo a ele. |
125 MdA | O último ancestral em comum de todos os mamíferos placentários vivos começa sua especiação. Ele se divide nas clades Boreoeutheria (que inclui os humanos), Xenarthra e Afrotheria. Boreoeutheria se divide em Laurasitheria e Euarchontoglires, e esta última se divide em Euarchonta (proto-primatas) e Glires (roedores, coelhos e lebres). |
80-70 MdA |
Um grupo de pequenos, noturnos e arborícolas, mamíferos insetívoros chamados Euarchonta inicia especiação que irá resultar nas ordens primatas, tupaias e lêmures voadores. Os Primatomorpha é uma subdivisão dos Euarchonta que inclui os primatas e os protoprimatas Plesiadapiformes. Um dos mais antigos protoprimatas é o Plesiadapis. Plesiadapis irá ter garras e os olhos localizados em cada lado da cabeça, porque eles serão mais rápidos no chão que no topo das árvores, mas eles começarão a passar mais tempo em partes baixas das árvores, alimentando-se de frutas e folhas.
Um dos últimos Plesiadapiformes foi o Carpolestes simpsoni. Ele tinha tinha dedos preênseis mas não olhos direcionados para a frente.
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65 MdA | Os primatas divergiram nas subordens Strepsirrhini (primatas de "focinho úmido") e Haplorrhini (primatas de "focinho seco"). Os Strepsirrhini contém muitos dos prosímios; exemplos modernos incluem os lêmures e os lorises. Os prosímios tarsius, junto com os macacos e grandes macacos hominídeoss são os haplorrhines (ou seja, são mais próximos dos macacos do que dos lêmures). Um dos mais antigos entre os haplorrhines é o Teilhardina asiatica, do tamanho de um rato, criatura diurna com pequenos olhos. |
30 MdA |
Haplorrhini dividem-se nas infraordens Platyrrhini e Catarrhini. Os Platyrrhini são os Macacos do Novo Mundo, ou seja aqueles que habitam a América (sagui, bugio, macaco-aranha), já os Catarrhines (babuínos, langures, etc) são mais localizados na África e Ásia do que noutros continentes. Um ancestral dos catarrhines provavelmente é Aegyptopithecus. Outros antigos catarrhines incluem Bugtipithecus inexpectans, Phileosimias kamali e Phileosimias brahuiorum, os quais são todos similares aos atuais lêmures. Logo os machos catarrhine ganharam visão colorida mas perderam a sensibilidade aos feromônios.
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25 MdA |
Catarrhini dividiu-se em duas superfamílias, "macacos do Velho Mundo" (Cercopithecoidea) e "grandes primatas" [GP].
Proconsul foi o mais antigo gênero dos primatas catarrhine. Eles têm um misto de características de "macaco do Velho Mundo" e GP. Características dos Proconsul como as dos macacos incluem esmalte dos dentes fino, uma compleição leve com um tórax estreito e membros anteriores curtos, e um estilo de vida arborícola quadrúpede. Suas características de GP são a ausência de cauda, cotovelos como dos "grandes macacos" (orangotangos, gorilas, chimpanzés e humanos) e um levemente maior cérebro relativamente ao tamanho do corpo.
Proconsul africanus é um possível ancestral, tanto de grandes e pequenos macacos, e dos humanos.
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15 MdA | Ancestrais do humanos especiam-se dos ancestrais dos gibões. |
13 MdA | Ancestrais dos humanos especiam-se dos ancestrais dos orangutangos. Acredita-se que Pierolapithecus catalaunicus seja um ancestral comum dos humanos e dos GPs, ou ao menos uma espécie que nos leve mais perto de um ancestral comum do que qualquer descobertas fóssil anterior.
Pierolapithecus tem adaptações especiais para o escalar de árvores, só como humanos e outros GPs fazem: um largo e plano conjunto de costelas, uma forte e mais baixa coluna, pulsos flexíveis, e omoplatas que situavam-se ao longo de suas costas.
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10-9 MdA | Ancestrais humanos especiam-se dos ancestrais dos gorilas. Devido ao grande número de fósseis de GPs encontrados na Europa e na Ásia Ocidental, alguns especulam que os GPs africanos começaram a se especiar ainda nesses lugares, mas isso é incerto. |
7 MdA |
Ancestrais humanos especiam-se dos ancestrais dos chimpanzés. O último ancestral em comum talvez seja o Sahelanthropus tchadensis. O mais antigo no ramo humano é o Orrorin tugenensis (Millennium Man, Quênia), com 6 milhões de anos. Tanto chimpanzés e humanos tem laringe que reposiciona-se durante os dois primeiros anos de vida para uma localização entre a faringe e os pulmões, indicando que os ancestrais em comum tinham esta característica, uma precursora da fala.
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4,4 MdA | Ardipithecus ramidus vivem no que hoje é a Etiópia. Ardipithecus era arbóreo, significando que vivia amplamente na floresta, onde competia com outros animais da floresta por comida, sem dúvida incluindo entre estes os antepassados dos chimpanzés. Ele provavelmente era bípede, como evidenciado pela pelve em forma de tigela, pelo ângulo do forame magno e pelos ossos mais finos do pulso, embora seus pés ainda estivessem adaptados para agarrar em vez de caminhar por longas distâncias. A espécie provavelmente era um bípede facultativo: bípede ao se mover no chão, mas quadrúpede quando se movia em galhos de árvores. |
3,7 MdA | Alguns Australopithecus afarensis deixam pegadas em cinzas vulcânicas em Laetoli, Quênia (norte da Tanzania). Australopithecus eram totalmente bípedes e seus pés se parecem mais com os pés humanos do que os dos chimpanzés. |
3,5 MdA | Kenyanthropus e Paranthropus ,outros macacos bípedes, convivem com os Australopithecus. |
3,5 MdA |
Os bípedes australopithecinos (antigo homininos) vivem nas savanas da Africa. Eles viviam em grupos, eram provavelmente onívoros que usavam pedras para quebrar ossos e comer medula óssea, e eram predados por grandes felinos e, no caso de crianças, por aves de rapinas gigantes. Perda de cabelo corporal provavelmente começa no período de 3-2 MdA.
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2,5 MdA |
Pensa-se que o Homo habilis é o ancestral do mais esguio e sofisticado Homo ergaster, o qual por sua vez deu origem a espécies com aparência mais humana, Homo erectus. O Homo habilis aparenta ser o primeiro ou um dos primeiros homininos a dominar a tecnologia de ferramentas de pedra, e provavelmente roubava as presas de carnívoros menores como hienas. Uma dieta mais carnívora é um dos contribuintes para o aumento do cérebro.
Há um debate se seria H. habilis um ancestral humano direto e se muitos fósseis conhecidos são adequadamente atribuídos às espécies.
Veja: Homo rudolfensis
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1,9 MdA |
Homo erectus evoluiu na Africa .
O Homo erectus carregaria semelhança aos seres humanos modernos, mas tinha um cérebro com aproximadamente 74% do do homem moderno. Ainda assim, controlava o fogo, caçava, e migrou para a Ásia. Sua testa é menos inclinada e os dentes são menores. Já era completamente sem pelos - e, em consequência, desenvolveu pele escura. Acredita-se ser um ancestral dos humanos modernos. |
1,2 - 0,8 MdA | Provável divisão entre a linhagem humana moderna e a linhagem que deu origem ao Homo neanderthalensis e aos denisovanos |
700 MAA |
Homo heidelbergensis migra para a Europa e provavelmente é o antepassado direto dos neandertais e dos denisovanos , além de apresentar bastante semelhança com os Homo sapiens arcaicos encontrados na África: Homo rhodesiensis e Homo sapiens idaltu.
Hoje não se sabe se o H. heidelbergensis foi antepassado direto do homem moderno, o qual muitos acham que foi o Homo antecessor, espécie pouco conhecida e baseada em fósseis achados nas colinas de Atapuerca (Espanha). Apresenta caracteres gerais intermediários entre H. erectus/H. ergaster e o H. sapiens. |
300 MAA | Fósseis atribuídos a Homo sapiens, juntamente com ferramentas de pedra, datados de há aproximadamente 300.000 anos, encontrados em Jebel Irhoud, Marrocos. |
300-200 MAA | Nascimento do "Adão Y-cromossomial" na África (provavelmente na Etiópia ou Sudão). Pensa-se que ele é o mais recente ancestral comum dos quais todos os cromossomos Y dos machos humanos descendem. O Adão Y-cromossomial não é o mesmo indivíduo em todos os pontos na história humana. O mais recente ancestral paterno comum dos humanos hoje vivos é diferente dos humanos que viverão daqui a mil anos no futuro: como as linhagens masculinas desaparecem, um indivíduo mais recente, o Y-mrca de uma sub-árvore de Adão-Y virá a ser o novo Adão-Y. |
160 MAA | Homo sapiens (Homo sapiens idaltu) na Etiópia, Rio Awash, Vila Herto, praticavam rituais mortuários e matavam hipopótamos. |
230-100 MAA | Nascimento da "Eva mitocondrial" na África. Ela é a fêmea ancestral de todas as linhagens mitocondriais dos humanos hoje vivos. |
130 MAA | FOXP2 (gene associado com o desenvolvimento da fala) surge. |
150-100 MAA |
Os primeiros humanos anatomicamente modernos (Homo sapiens sapiens) surgem na Africa.
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100 MAA | Humanos modernos chegam à Ásia via duas rotas: uma pelo norte, através do Oriente Médio, e outra rota mais ao sul, pela Etiópia, via Mar Vermelho e sul da Arábia. Mutações causam mudanças de cor na pele permitindo a melhor absorção de luz UV para diferentes latitudes (antes, todos os humanos tinham pele escura). As modernas "raças" (etnias) iniciam sua formação, mas note que as populações africanas mantém mais diversidade em seus genótipos que todos os outros humanos, que são conseqüentemente apenas um subconjunto de diversidade que deixou a África.
Veja : Hipótese da origem única
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74 MAA | Erupção de um supervulcão em Toba, Sumatra, Indonésia e seis anos de invernos nucleares causam um decréscimo da população de Homo sapiens a prováveis dois mil indivíduos apenas. Apesar de hoje haver bilhões de humanos e milhares de chimpanzés, estes têm mais variação genética entre si do humanos têm. |
60 MAA | Humanos modernos emigram da África pela segunda vez, chegando à Ásia, Austrália (e viriam a ser os atuais aborígenes), e Europa . Expansão ao longo da costa ajuda a mais rápida expansão para o interior dos continentes. Ao se expandir por estes continentes o Homo sapiens entra em contato com Neandertais e Denisovanos. Todos os humanos com ascendência não africana carregam genes dessas espécies, o que prova que houve procriação entre humanos diferentes. O Homo floresiensis, possível descendente de uma população asiática de Homo erectus, se extingue. |
38 MAA | Os Neanderthal se extinguem, deixando o Homo sapiens e os Denisovanos como as únicas espécies vivas do gênero Homo. |
32-14 MAA | Humanos modernos migram para o Norte da Ásia, o Japão e às Ilhas Salomão. Entram na América do Norte da Sibéria em numerosas ondas migratórias, algumas através da ponte de terra de Bering, mas ondas anteriores provavelmente por saltos de ilha em ilha através das Ilhas Aleutas. Nas últimas duas das primeiras ondas deixaram poucos ou nenhum descendentes genéticos entre os Americanos ao tempo em que Europeus atravessaram o Oceano Atlântico no século XV. Há estudiosos que propõem uma outra migração vinda das ilhas do Pacífico Sul.
Estima-se que o marcador genético M343 se tenha originado em um indivíduo masculino na África, há pelo menos 30 milhares de anos, e tenha se propagado desde então. Este marcador genético é portado pela maioria dos Europeus Ocidentais. Ele é portado por 70 % da população inteira da Inglaterra, cerca de 90 % de algumas partes da Espanha e Irlanda, e é também herança dos Cro-Magnon.
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29-12 MAA | Os Denisovanos provavelmente se extinguem nesta época, |
10 MAA | Humanos alcançam a Terra do Fogo na ponta da América do Sul, a última região continental então inabitada por humanos (excluindo a Antártida). A agricultura é desenvolvida independentemente em diferentes lugares. |
Onde está Adão com a sua queda do paraíso? Debalde nossos olhos procuram, aflitos, essas figuras legendárias, com o propósito de localizálas no Espaço e no Tempo. Compreendemos, afinal, que Adão e Eva constituem uma lembrança dos Espíritos degredados rica paisagem obscura da Terra, como Caim e Abel são dois símbolos para a personalidade das criaturas. Examinada, porém, a questão nos seus prismas reais, vamos encontrar os primeiros antepassados do homem sofrendo os processos de aperfeiçoamento da Natureza. No período terciário a que nos reportamos, sob a orientação das esferas espirituais notavam-se algumas raças de antropóides, no Plioceno inferior. Esses antropóides, antepassados do homem terrestre, e os ascendentes dos símios que ainda existem no mundo, tiveram a sua evolução em pontos convergentes, e daí os parentescos sorológicos entre o organismo do homem moderno e o do chimpanzé da atualidade. Reportando-nos, todavia, aos eminentes naturalistas dos últimos tempos, que examinaram meticulosamente os transcendentes assuntos do evolucionismo, somos compelidos a esclarecer que não houve propriamente uma "descida da árvore", no início da evolução humana. As forças espirituais que dirigem os fenômenos terrestres, sob a orientação do Cristo, estabeleceram, na época da grande maleabilidade dos elementos materiais, uma linhagem definitiva para todas as espécies, dentro das quais o princípio espiritual encontraria o processo de seu acrisolamento, em marcha para a racionalidade. Os peixes, os répteis, os mamíferos, tiveram suas linhagens fixas de desenvolvimento e o homem não escaparia a essa regra geral.
Passe
O Espiritismo oferece uma visão mais abrangente do assunto que, resumidamente podemos assinalar assim: Passe é uma transmissão conjunta, ou mista, de fluidos magnéticos – provenientes do encarnado – e de fluidos espirituais – oriundos dos benfeitores espirituais, não devendo ser considerada uma simples transmissão de energia animal (magnetização). A aplicação do passe tem como finalidade auxiliar a recuperação de desarmonias físicas e psíquicas, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos; equilibrar o funcionamento de células e tecidos lesados; promover a harmonização do funcionamento de estrutura neurológicas que garantem o estado de lucidez mental e intelectual do indivíduo.
- O passe é, usualmente, transmitido pelas mãos, mas também pode ser feito pelo olhar, pelo sopro ou, à distância, por intermédio das irradiações mentais.
- A transmissão e a recepção do passe guarda relação com o poder da vontade de quem doa as energias benéficas e de quem as recebe.
- A cura verdadeira das doenças está relacionada ao processo de reajuste do Espírito, que pode extrapolar o limite de tempo de uma reencarnação, sendo o passe apenas um instrumento de auxílio.
- Para prevenir-se contra enfermidades ou perturbações,não previstas na Lei de Causa e Efeito, é necessário que a pessoa defina e siga uma programação de melhoria moral, de esclarecimento espiritual.
Para Emmanuel, assim (...) como a transfusão de sangue representa uma renovação das forças físicas, o passe é uma transfusão de energias psíquicas, com a diferença de que os recursos orgânicos são retirados de um reservatório limitado, e os elementos psíquicos o são do reservatório ilimitado das forças espirituais.
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